eric diz:
dá vontade de virar hippie
Marcela diz:
e vender brincos
Marcela diz:
eu faço e tu vende
eric diz:
tá
eric diz:
podemos traficar tbm
Marcela diz:
boa
eric diz:
nos prostituir
Marcela diz:
boa
30 de outubro de 2006
28 de outubro de 2006
se a playboy fosse minha

Não me perguntem o porquê, pois esta resposta pode nem se tão polêmica quanto aqueles que dizem que gosto da PLAYBOY por, na verdade, querer ser uma coelhinha. Cobras! Hehehe
O fato é que desde que me conheço por gente - e isso têm início antes mesmo de meu nascimento - eu AMO PLAYBOY.
Lembro de quando eu fingia brincar de Chaves - em que o barril era o quarto onde eu me trancava - para olhar as revistas de 90, nos aposentos de um tio - lembro inclusive da floresta Amazônica da Luiza Tomé, em uma destas. Lembro de parar na frente das bancas para comprar gibis da Mônica, enquanto admirava a capa da PLAYBOY, que seria desenhada tal e qual a que eu tinha visto, logo que chegasse em casa. Lembro de Magali Vaz, Paloma Duarte, Galisteu, a Garota de 87. Cara, era fantástico, eu até sentia tesão, não minto.
O fato é que hoje a história é a mesma, sou colecionador, dono de centenas de revistas e continuo desenhando-as, o que me faz pensar que de repente, um dia, eu esteja lá.
Para quem quiser conferir um pouco de meu trabalho, o link abaixo:
http://www.flickr.com/photos/ericpby
25 de outubro de 2006
blog this
eric diz:
gelatina em ingles?
MC - Primula Moss of Lake-by-Downs diz:
meu nome em hobbit
eric diz:
puta que pariu em sanscrito
gelatina em ingles?
MC - Primula Moss of Lake-by-Downs diz:
meu nome em hobbit
eric diz:
puta que pariu em sanscrito
vai subindo

Foto "fodona" da Raquelzinha - Raquel Heidrich, ainda vamos ouvir falar muito nela.
Para quem quiser ver mais dá para ir no ClicRbs e buscar por "heidrich" ou acessar http://escrevendocomluz.nafoto.net/
22 de outubro de 2006
fondue de tex mex
Compulsivo é a palavra que melhor me define. Ontem decidi que não iria sair para ir ao super, me contentando com o que tivesse em casa. Como sou do tipo do contra, sabendo que se comesse tudo à tarde, não teria nada para acompanhar um filme na madrugada, comi. Foram barras de chocolate, Danettes, bombons e etc, ingeridos em menos de 2 horas, sem intervalos para os salgados. Não deu outra, às 3h30 bateu a vontade de comer um doce depois da pizza, vendo Saia Justa e, óbvio, nada de doces em casa.
É justamente nessas horas que aprendemos a cozinhar eu acho. Pelo menos comigo sempre foi assim, na marra. Revirando armários e geladeira e quase cortando os pulsos por não ter ido ao supermercado, acho uma caixa de creme de leite e meu pacote de Ovomaltine - só tomo leite se for com Ovomaltine, não adianta. Resolvi então me enganar, fazendo uma calda quente da mistura destes dois ingredientes, na esperança que meu cérebro e estômago assimilassem aquilo como sendo um brigadeiro de panela.
Quando fui comer a calda, vi um pacote de Tex Mex Parmesão - o novo chips dos Biscoitos Zezé e cliente lá da agência - em cima da mesa e pensei por que não? Eu sei que pode parecer bizarro, pois antes de provar o primeiro fiquei muito na dúvida, mas não é tão bizarro assim: fondue de Tex Mex!
É justamente nessas horas que aprendemos a cozinhar eu acho. Pelo menos comigo sempre foi assim, na marra. Revirando armários e geladeira e quase cortando os pulsos por não ter ido ao supermercado, acho uma caixa de creme de leite e meu pacote de Ovomaltine - só tomo leite se for com Ovomaltine, não adianta. Resolvi então me enganar, fazendo uma calda quente da mistura destes dois ingredientes, na esperança que meu cérebro e estômago assimilassem aquilo como sendo um brigadeiro de panela.
Quando fui comer a calda, vi um pacote de Tex Mex Parmesão - o novo chips dos Biscoitos Zezé e cliente lá da agência - em cima da mesa e pensei por que não? Eu sei que pode parecer bizarro, pois antes de provar o primeiro fiquei muito na dúvida, mas não é tão bizarro assim: fondue de Tex Mex!
18 de outubro de 2006
estou pronto, estou pronto

Aconteceu. O pior é que já aconteceu há alguns meses, mas eu insistia em não admitir: eu já vi todos o episódios do Bob Esponja. Também, não poderia ser diferente. O Squarepants funciona como uma terapia, pois é um escracho feito Os Simpsons, e, quem é assíduo como eu sabe do que estou falando. Humor mais que adulto, chega a ser gay – com o perdão da piadinha – ihihihihi.
Ontem (re)vi o episódio em que Bob tinha como dever de casa fazer uma redação de não me lembro quantas linhas. Exatamente como eu faço quando tenho alguma coisa para fazer em casa, Bob planejou sentar para fazer a sua redação enquanto o mundo à sua volta conspirou para que ele não conseguisse. O mundo à sua volta, víííírgula.
Bob Esponja e eu sofremos do mesmo mal: a falta de concentração. Me lembro de todas as tentativas de fazer uma meditação em minha vida. “Agora esvazie a sua cabeça” – eu imagino uma faxineira com o espanador nas mãos limpando e varrendo meu cérebro (inclusive com as texturinhas de minha massa encefálica). “Pense em nada” – começa a piscar um letreiro luminoso com a palavra “nada” ou entram dançarinas de can-can cujas calcinhas, ao levantarem as saias, formam a estimada palavra “nada”. “Descanse a expressão de toda a sua face e corpo” – o que definitivamente me frustra, ao concluir que realmente eu não estava relaxado desde o começo.
Agora que sou veggie, pretendo – e na verdade planejo há muuuito tempo – entrar na Yoga. O problema é que tenho a leve sensação de que o fantástico mundo de bobby não vai resistir a mais uma tentativa de me concentrar.
17 de outubro de 2006
fuma aqui, toma um chá

Sinceramente não sei como tô conseguindo atualizar frequentemente este blog, o que me faz pensar que em questão de dias estará estourada a cota de ânimo que toma conta de mim e logo este espaço vai estar jogado às traças.
Hoje, dizem ser o dia de pensar positivo. A pessoa que inventou esse novo dia de caráter cósmico com certeza não trabalha em uma agência de publicidade, tendo que aguentar um acúmulo de -sem citar nomes - pessoas e clientes. Sim, existe a diferença entre pessoas e clientes, como do ser humano para aquele que não é, mas isso não vem ao caso, visto que todas estas espécies têm em mente acabar com a tua paciência. Depois disso tudo vem a fábula faculdade. Indo ou não indo, ela me estressa de qualquer jeito. Isso tudo somado aos telefonemas da família e das chamadas inesperadas em meu interfone só me fazem imaginar em como seria o dia do apocalipse e confesso chego até a torcer para que chegue logo.
Margarida, traz um chá!
16 de outubro de 2006
a minha e a deles

Luize Altenhofen volta à PLAYBOY, depois do ensaio de 2001. Ela foi capa duas vezes, em jan/01 e voltou em dezembro do mesmo ano, em edição especial sobre as mulheres de todo o mundo, onde ela dividiu capa com a morena Scheila Carvalho, porém o ensaio era o mesmo já feito.
A temática volta a ser a mesma. Praia, praia e praia e a capa reinventa as de Andréa Rammé, Deborah Secco e chega a lembrar uma de Luma.
Acima a minha versão e a deles.
15 de outubro de 2006
adorável pecadora

Definitivamente o Cult é o único canal da rede Telecine que presta. Recém acordado de uma noite regada de muito álcool e suor, zapeando os canais na busca de algo bom de assistir – e olha que do alto da falta de esperança o máximo que eu esperava encontrar era algum programa sobre a reprodução de hienas, no Animal Planet – eis que encontro Marilyn em um de seus ótimos filmes.
Adorável Pecadora é uma comédia sobre os bastidores teatrais, onde uma atriz ensina a um magnata internacional que o dinheiro não pode comprar o amor. É influência bááásica para os atuais Moulin Rouge – pelo roteiro – Chicago – definitivamente pela estética.
10 de outubro de 2006
vizinhos sob pressão

Não adianta! Tem músicas que se tu não ouve 20 vezes seguidas, parece também que não aproveitou o suficiente do que podias interpretar, absorver ou simplesmente curtir. Se meus vizinhos não curtem o repertório do 202, estão perdidos.
Esses dias na intenção de puxar um papo no elevador às 3h da manhã (sim, eu estava bêbado) perguntei à vizinha dos fundos se eu fazia muito barulho. A resposta porém me agradou: "Hmmm, tu ouve Queen, não?!" Fiquei feliz por ter alguém que soubesse soletrar as músicas que ouço, no mesmo andar. Tudo bem, na verdade ela escutou a versão maravilhosa do Bowie para Under Pressure, no show da tour de 2003, que comprei influenciado por uma amiga e adorei, mas valeu mesmo assim, afinal, como ela poderia saber?
9 de outubro de 2006
the lady is a vamp

Ontem me flagrei assistindo ao programa do Faustão e seu bizarro quadro de patinação no gelo. Totalmente distraído, confuso e sem fôlego de tanto que o apresentador fala – sem quase respirar – me flagrei dando um pulo em minha infância, ao admirar a Cláudia Ohana deslizar pelo gelo da Globo.
Cláudia Ohana, não! Natasha! Cláudia Ohana, não! Isabela Ferreto!
Se hoje em dia eu tenho essa personalidade “vaca” pulsando nas veias, com certeza as musas de minha infância têm culpa no cartório e isso que nem vou citar – pelo menos hoje – a trupe da Xuxa e essas outras estimuladoras de nossas fantasias e bizarrices infantis. Vou citar Cláudia Ohana!
Aquela mulher era, para mim, um mito. Muito branca, magra, super-maquiada, cabelos fartos, lábios vermelhos e má, porém foi frustrante vê-la ao vivo, no Criança Esperança de 1991, na performance de Simpathy For The Devil, vestida num longo vermelho onde deixavam a mostra suas axilas não muito bem depiladas. Sim, com 7 anos eu já tinha uma visão muito apurada do bom senso ao se vestir, afinal eu era um menino de suspensórios e bermudas brancas.
La Ohana me fazia querer brincar de Vamp o dia inteiro e não era todo mundo que tinha saco para os meus roteiros. Só um dos meus amigos. Ai, ai. Aos 7 anos, já sabendo o que queria, entrei então no personagem e fiz com que ele também não quisesse outra coisa.
Anos depois Cláudia voltou como Isabela Ferreto. Essa, sim, era uma vadia do alto escalão. Chiquérrima e muito safada! Tenho até hoje em VHS a cena em que ela era desmascarada no dia do primeiro casamento sendo esbofeteada e derrubada pelas escadas, vestida de noiva. Um luxo. Outra cena, foi quando o José Wilker a pegou dando uma na cozinha e esfaqueou seu rosto, fazendo com que ficasse marcada com uma cicatriz enorme depois. Acho que eu até sonhava naquela época em ser esfaqueado ou derrubado de escadas. Bizarro!
“Please to meet you, hoooooooooooope you guess my naaaaaame...”
8 de outubro de 2006
amor bandido

Brookeback Mountain definitivamente é um dos "filmes da minha vida". Sem levantar bandeiras, não lembro de ter visto um filme que escancarasse o amor entre homens, sem que a gente nem perceba que aquilo está acontecendo. Óbvio, como parte desta tribo, me torno suspeito a falar, mas o que realmente importa é o quanto verdadeiro o roteiro se torna quando comparado à realidade.
Eu não acho - e mais uma vez me torno suspeito - que exista no mundo sexualidade definida e, sim, oportunidades de elas se mostrarem. Me divirto com os comentários do tipo "aquele com certeza não é". Talvez nem seja mesmo, mas prefiro ter os meus pensamentos certeiros de que o tal "ainda não teve a oportunidade de ser". Me divirto também – e talvez mais ainda – com aqueles que depois se entregarem, dizem “que não são” e eu, claro, também confirmo a minha não homossexualidade afinal, ninguém é.
Ao contrário das cenas fortes de filmes como os de Almodóvar, Brookeback trata o homossexual em sua maneira mais natural: um homem que gosta de outro homem. Me identifiquei com a história, pois aliados à fragilidade e sensibilidade imbutidas em minha personalidade, é notável que ainda resiste um outro instinto agressivo, orgulhoso, independente e inconstante em mim. Um Ennis Del Mar também passou por minha vida e, apesar de muitos planos, é insuportável interpretar tanto num relacionamento. Tenho até medo da hipótese de que seja uma história que resista ao tempo, como a do filme.
Relacionamentos assim são tão bons quanto frustrantes. Hoje, eu diria que de tão excitante, passa a ser perigoso. Como uma briga de touros. Mas é amor em sua forma mais pura.
Ahhhh!
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