24 de novembro de 2006

a rainha dos baixinhos


Fazia tempo que Playboy não causava expectativa. Com essa avalanche de Marias Ninguém que temos certeza que posarão no primeiro convite, nem musas como Rita Guedes e Flávia Alessandra causaram o burburinho que a estrela da próxima capa vem causando. O nome não poderia ser outro, afinal um marketing bom feito vale por um novo recorde:

Karina Bacchi e o piercing escondido.

17 de novembro de 2006

Vera, Paris e guatro graus negativos

"O ensaio pintou num momento de crise. Tínhamos programado a capa de janeiro com a Luma de Oliveira. Uma semana antes da data marcada para o início, ela desistiu e tivemos que correr atrás de uma nova estrela. A Vera Fischer era um sonho antigo. Quando começou a circular o noticiário sobre a desistência da Luma, a empresária da atriz me ligou, dizendo que era a hora de fazer o ensaio. O contrato foi assinado na manhã de uma sexta-feira e, no mesmo dia, à noite embarcamos para produzir o trabalho, em Paris. A Vera tem fama de ser uma pessoa instável, envolvida em drogas. Conheci uma pessoa diferente. Ela acordava às sete horas da manhã e fotografava nua debaixo de uma temperatura de quatro graus negativos. Ela já teve dois filhos, têm um pouco de flacidez na barriga. Mas nada que não possa ser corrigido pela produção da revista. Por outro lado, tem uma pele linda e pernas musculosas, maravilhosas, sem o menor sinal de celulite. E, diante da câmera, transforma-se numa mulher fatal." (Ariane Carneiro antiga editora da Playboy)


Esta revista saiu logo após o recorde batido por Feiticeira, era a virada do milênio e, nós leitores, esperávamos alguma mulher transcedental. Quem mereceria essa honra? Apostava-se em Ana Paula Arósio, Maria Fernanda Cândido, até que Luma bateu o martelo. Eu ainda não tinha vivenciado nenhum mês na companhia de Luma como colecionador, mesmo que ela ilustrasse algumas duas ou três capas, porém eram dos anos 80. Logo veio a notícia em cima da hora que Vera havia ocupado o lugar e fiquei mais feliz ainda, pois ela devia um bis desde 82.

O ensaio era tão devastador quanto os seus pêlos pubianos. Tão controversa à famosa depilação de Adriane Galisteu, Vera mostrava fotos nada discretas de seu púbis que não levava um trato desde que sua filha de quase trinta anos nasceu. Mas nem por isso deixou de se transformar em uma das mais belas obras de arte de Playboy. Clicada por Bob Wolfelson, em Paris, não poderia ser diferente. Elegante, ousado, lindíssimo e com a cara dos ensaios de Bob. A foto mais impactante é uma em que closes os seios e a periquita de Vera aparecem pelas frestas de uma porta de uma coisine, dividindo cena com as mãos de um açogueiro que fatia pedaços de carne.

Na última página, merecidamente, Vera é banhada em champagne!

15 de novembro de 2006

Metubaê!

Agora tô no YouTube! Como o número de e-mails perguntando como, quando e onde faço as capas de playboy é bastante considerável, resolvi -se eu conseguir tempo - fazer uns videozinhos do passo-a-passo. Uma coisa bem MovieMaker bááásico, portanto não o vejam com um olhar tão crítico :)))

http://www.youtube.com/watch?v=W3Y-6Ztt3Jg

12 de novembro de 2006

super size me, cap. I

Tava vendo A Cantina Escolar de Jamie e pensando que a gente precisa ficar velho e gordo para notar que tudo o que comemos realmente faz mal. Sexta-feira fui à Nutricionista, depois de mais de três anos sem frequentar uma, pois cheguei no meu limite de paciência com meu corpo e mais ainda, com minha cabeça. Na verdade, cheguei ao limite na segunda-feira, após um controverso elogio que me fez cair na real. Desde então entro em meu primeiro regime que vai ,sim, dar certo.

6 de novembro de 2006

flickraê II



Eu tenho mais um flickr!

http://www.flickr.com/photos/ericpics

1 de novembro de 2006

melhor presente recebido

"Johnny Depp, entre Don Juan e Edward mãos de tesoura. Pequeno Príncipe, de Exupéry e Peter Pan. Caio Fernando Abreu. Cazuza. Um clown, de Shakespeare. Jogo de encaixe. Um lírio azul. Pedaço de torta de limão roubado.
Absurdamente incomum. Perfeitamente oscilante. Profundamente doce. Sedutoramente rebelde. Absolutamente simples.
O Eric não traça um caminho em linha reta, não acredita em vidas monocrômicas, não curte sorvete, não acha graça em futebol, trocaria o repetir-se cotidiano por uma taça transbordante de champanhe na beira da praia, ou no canto de uma sacada discreta. Para ele não há silêncio sem brilho, nem bolso sem história para contar, nem feiúra sem beleza, tampouco riso sem dor.
Entenda-se Eric não como ser fragmentado, mas plural, multifacetado, plenamente habituado à pós-modernidade, de que já descobriu o segredo: o novo no recriar. Um artista."
Este foi um presente emocionante da querida Andréia Pires - a Déia - ex-colega de faculdade, jornalista e escritora.