"Johnny Depp, entre Don Juan e Edward mãos de tesoura. Pequeno Príncipe, de Exupéry e Peter Pan. Caio Fernando Abreu. Cazuza. Um clown, de Shakespeare. Jogo de encaixe. Um lírio azul. Pedaço de torta de limão roubado.
Absurdamente incomum. Perfeitamente oscilante. Profundamente doce. Sedutoramente rebelde. Absolutamente simples.
O Eric não traça um caminho em linha reta, não acredita em vidas monocrômicas, não curte sorvete, não acha graça em futebol, trocaria o repetir-se cotidiano por uma taça transbordante de champanhe na beira da praia, ou no canto de uma sacada discreta. Para ele não há silêncio sem brilho, nem bolso sem história para contar, nem feiúra sem beleza, tampouco riso sem dor.
Entenda-se Eric não como ser fragmentado, mas plural, multifacetado, plenamente habituado à pós-modernidade, de que já descobriu o segredo: o novo no recriar. Um artista."
Este foi um presente emocionante da querida Andréia Pires - a Déia - ex-colega de faculdade, jornalista e escritora.