11 de junho de 2007

Brigadistas, ativar!

Que é melhor prevenir do que remediar já estamos carecas de saber. Mas, como a falta de tempo é característica fatal dos dias de hoje e também a nossa cultura não captou o imenso valor da prevenção – muitas vezes até por questão de orçamento - logo temos que partir para o capítulo dois e aprender a consertar possíveis danos que podemos causar em nosso cotidiano. Para tanto, alguns voluntários da agência se comprometeram a acordar mais cedo em dois dias “inúteis” para ficarem preparadinhos a ajudar os colegas, clientes, vizinhos, amigos e desconhecidos em situações de perigo inusitado, onde na maioria das vezes você só saberia gritar “ai, que susto!”

Dani, Marga, Gigi, Martinha, Otávio, Tobis e eu, fomos submetidos à sabatina do professor Barboza, que nos falou da importância do uso inteligente de sistemas práticos de prevenção não somente em nosso cotidiano, como na arquitetura e engenharia de prédios domésticos, industriais e comerciais. Foram tópicos curiosos que fizeram com que a gente observasse mais os lugares os quais freqüentamos, se estamos ali protegidos no caso de algum acidente que possa acontecer e, a partir daí, estudamos os tipos de incêndio e soluções existentes para cada um. Aqui na Insight a gente já pode se sentir protegido e regulamentado, não só pelos dois extintores de pó químico e água que estão devidamente dispostos entre nossas salas, como pelos super-heróis que saberão usá-los devidamente em cada situação de perigo.

Ah, e no caso de alguma de nossas cabeças pensantes se sobrecarregar e precisar de um “ctrl+alt+del”, vulgo desmaio, ou nos afogarmos em idéias mirabolantes, sufocarmos por um prazo pequeno ou até mesmo engasgarmos com a reprovação de alguma campanha, os incríveis salva-vidas também terão a solução para esses inesperados incidentes. Com a ajuda da boneca “Vera Fischer” – como o Barboza mesmo a chamou – treinamos a prática do conhecido “boca-a-boca” e da massagem torácica, feitas em vítimas que sofrem perca de oxigênio ou passam por algum outro acidente desta ordem. Continuando na prática aprendemos a socorrer vítimas que sofrem fraturas, desmaiam bêbadas, sofrem convusões, além de apagarmos o incêndio provocado na churrasqueira que fica no quintal da agência, o que serviu também para limparmos as sujeirinhas mais profundas retiradas com o incrível jato do extintor de água – usado “tcharan” para incêndios em materiais sólidos.

Para finalizar, uma provinha básica de múltipla-escolha respondida quase que coletivamente, nos levou à nota máxima no entendimento dos métodos!
Sim, alunos e aprendizes a brigadistas nota 10.
Parabéns, colegas
!