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31 de Maio de 2008

give it to us

Já vazou o segundo clipe de Madge, do Hard Candy e, como já era de se imaginar é Give it to Me, mesmo. Até porque é a música que a geral simpatiza logo de cara. O momento true blue do álbum e, sem dúvidas, a mais divertida. Mas preparem-se que não é nenhuma novidade no quesito imagem, afinal vocês já viram M-Dolla com o mesmo chapéu, a mesma calcinha e as mesmas botas enormes nas inúmeras capas da Elle, assim como no video Behind the Cover. Ou seja, a titia resolveu cantarolar get stupid, get stupid, get stupid, don't stop it, enquanto fotografava para a revista. Depois foi só adicionar umas cenas solo de Pharrell e pá, fez-se um clipe. Acredito que a correria seja por conta da turnê que tem início em 3 meses, ou seja, um tempo curto pra elaboração de tanta coreografia, além da divulgação de Hard Candy. O próximo clipe, caaaaaso Madonna tenha um tempinho de gravar cenas bacanas, deve ser The Beat Goes On, com o Kanye, mas eu tô achando meio difícil, viu? Bora pro play:




E aí? Curtiram?


* Thanks, MOL!

25 de Maio de 2008

hard cárie



Ô-pá! Alguém andou atacando o Candy Galore e encheu
o edy com turkish delight, baby, and so much more.


st-st-st-sticky and sweet
Ainda bem que comi só duas.

19 de Maio de 2008

tô docinho, docinho


Chegou meu Candy Box. Woo-hoo! O Rafael, lá do MOL já tinha me alertado que não era grandes côusas, mas que já valia pelo fato de trocarem o background do peerooleeto, pelo sacão de leesho. Mesmo assim, né, encomendei. Não tem taaanta novidade, exceto o fato de virem balinhas Starlite Mint. Siiiim, acho que minha maior decepção foi sentir gosto de menta em bala vermelha, fiquei chocadoam, mas valeu. As faixas são as mesmas que comentei aqui, com um bônus de 2 remixes de 4 Minutes (o melhor é o da Tracy Young) e não traz Ring My Bell. (obrigadón, Dani, minha importadora oficial)

Quem quiser importar da Amazon, clica aqui.

8 de Maio de 2008

a rapadura na américa do sul


Depois do escandalozinho divulgado blogs afora de que Madonna viria até o Brasil e faria show inclusive em Fortaleza, eis que agora sim, as coisas se confirmam. Assim, em termos, né? O nome da world tour de Hard Candy será Sticky and Sweet e tudo começa direto da Inglaterra, no dia 23 de agosto. Blá, blá, blá, até o fim de setembro Europa, outubro e novembro América do Norte e...novembro e dezembro no México e na América do Sul (porque o México não entrou junto com a América no Norte? Preconceito, hein!).

E, ó, agora tá valendo porque veio do site oficial da Madge.

"Eric, cadê minha camiseta?"


Camiseta + frete = R$30,00

O merchan é pro Eric, mas quem escreve é a Joey.

1 de Maio de 2008

hard candy na big apple


Quando a gente espera a opinião de um fanático, pode se decepcionar pelo excesso de crítica ou de elogio. É o que eu tava pensando ao ver o pocket show em NY, que divulga o Hard Candy, da Maddie, e calculando quantas pessoas iam amar e quantas iam odiar. E isso porque eu vi muitas falhas, mas ao mesmo tempo vibrei com as performances. E como é a nova Madonna? Hãã...a nova Madonna? Hmmm...os mesmos músicos, um figurino já visto antes, os mesmos dançarinos, as mesmas coreografias, os mesmos "are u ready? i said, are are u ready?", ou seja, a mesma Madge que a gente adoura. Isto não é crítica, afinal não se trata de nenhuma turnê, apenas um pocket.

No começo do showzeenho de meia-horeenha, Maddy Wonka prova que your sugar is raw e dá início à apresentação de sua Fantástica Fábrica de Doces, com Candy Shop, música que particularmente eu já tinha enjoado, mas a performance agradou tanto que agora tá de volta à playlist. Muito fácil pensar que o figurino é o mesmo usado na abertura da turnê passada (Jean Paul Gaultier), as rendas pretas customizadas, mas as botas Balenciaga (acho eu) simplesmente arrasam e quase piscam de tão lindas. Aquele salto pink, wow, a maquiagem e cabelos perfeitos, são looshoam:

"Filho da puta. Vai tomar no cu. Porra"


Depois veio Miles Away e aquela parte do violãozinho que todo mundo vai comer um cachorro-quente ou dar uma mijadinha e, finalmente, chega a hora de Justinho entrar em cena, todo tímido. Madonna não tá velhinha, eu discordo quando todo mundo fala, mas o problema é que o Justin parece que tem 12 anos, cagão e cheio de medo de estar perto dela. Se vocês notarem o menino mal encara Madge, que fica toda-toda esperando que ele coma ela com os olhos e, como não há uma resposta, fica parecendo que a diva é uma tia pedófila que ataca o Clube do Mickey:


"Mostra que tu é homem pra tia, vai."


Madonna bebe. O-pá! Não devia. Sério. Não sei se foi pelo álcool, ou por um delay no seu retorno, mas Maddie tava cantando sanduiche-iche no lugar de Hung Up. Sé-ri-o. Antes da música começar, a introdução de Satisfaction dava o tom e Madonna mandava os Rolling Stones se fooder. Hã? E junto com eles, mandava também "fuck the present". FUCK THE PRESENT? Fuck Hard Candy, então? Sim, pois esse era o início da Hung Up versão rock. Eu não entendi na-da e, pelo visto, nem ela. A versão ficou tão confusa que Mad errou grande parte da letra, sem contar o playback, sem sincronia. Neste momento, Elton John vibrou em casa, de pantufas e um óculos de peerooleeto.


"Opa, tô bêbada!"


M-Dolla volta ao palco, depois de xingar metade de sua produção (isso eu imaginei) para quebrar tudo com Give to Me. Só que depois de beber, pular e carregar 50 aninhos nas costas, Madge contrariou a letra "don't stop me now, don't need to catch my breath, i can go on and on and on" e provou que precisava siiiiim, de muito ar, água, disposição e habilidádjiam:

"Estou rrrealmentemorrrta."


Logo seguida foi a vez de Music, que esteve presente nas suas últimas 3 turnês e tinha tudo pra ser uma música cansativa não fosse as versões legais que cada apresentação oferece. Desta vez, Music estava remixada com Put Your Hands Up for Detroit, a música do Homem-Aranha-Gay. Valeu a pena!

"Valeu, cara! Tamo ae natividadji."


21 de Abril de 2008

adocica, meu amor


Eu vou comprar. Óbvio.

Impossível conferir uma novidade de Madonna sem subir na mesa ou descer até o chão. Madonna é rockstar e isso já basta pra agradar. Mas é inegável o fato de que a imagem de diva vem quilômetros antes da crítica às suas músicas, letras, estilos, etc, transformando um simples lançamento de álbum com parcerias diferentes, num auê espetacular, onde a gente fica esperando que a novidade seja tão grande a ponto de sentir cheiro com a música. É nesse momento que muita gente pode se decepcionar com "Hard Candy".


O álbum é muito gostoso, ótimo pra dançar, grudento, chicletão mesmo, over glicose pra pista, st-st-st-sticky and sweet, mas não é absolutamente nada de novo na carreira de titia Madge. Ele apenas difere do último trabalho, o "Confessions on a Dancefloor", simplesmente porque o Confessions foi algo surreal e completamente distinto dos 9 álbuns anteriores, resgatando a fama de trabalhos fodas desde "Ray of Light". Se Hard Candy tivesse sido lançado depois de Music e American Life, esse boom de novidade não iria ser tão forte, afinal as músicas do novo CD poderiam muito bem estar inseridas em qualquer um destes. E repito, são ótimas músicas, que marcam o amadurecimento destes dois álbuns citados, mas nem de longe superam o clima non stop de Confessions.

Timbaland é um cara que sou fã desde o tempo em que ele trabalhava com Missy Elliott. AMO. A confusão de sons que eles produziam juntos era coisa de outro mundo, porém na parceria com Madonna, Timba pareceu meio tímido. O mérito maior, com certeza vai para a dupla The Neptunes. Pharrell arrasa e dá sentido à parte doce do álbum através de sons mega divertidos, batidas hiper marcadas e marchadas, daquelas que no meio da pista a gente cria coreografias ridículas, como é o caso the Give It 2 Me e o trecho digno de velocidade cinco só no "get stupid, get stupid, get stupid, don't stop it".


Abaixo, cada looping do piroolito:


• Candy Shop:
sinceramente acho que ela poderia ter sido transformada em interlude, cortada pela metade, só para dar uma introdução às faixas de Hard Candy, já que é um tanto explicativa ao teor do álbum. A música já tinha vazado há meses, com nome de Candy Store e, pelo menos eu, já tava doce até à alma de tanto st-st-st-sticky and sweet, st-st-st-sticky and sweet. Não gostei muito não. Passo.


• 4 Minutes: a música que todo viado já desceu até o chão e já se imaginou pulando na esteira do caixa do supermercado cantando "sometimes i think what i need is a you intervention, yeeeeah" não é o melhor dueto de Madonna e Justin no álbum, mas com certeza é a melhor música para comercializar Hard Candy. Aliás, quase não é música. Parece um jingle.

• Give It 2 Me: foi a faixa que ganhou minha simpatia logo de cara. Pharrell deu um toque infantilóide, amenizando a letra cheia de sarcasmo. É como se Madonna se vestisse de colegial pra dizer o quanto é foda e consegue o que quer. Quem já viu Girlie Show, vai achar que a marchinha de Holiday foi muito lembrada pelos Neptunes na melhor faixa de Hard Candy. Impossível não ter reação quando toca "get stupid, get stupid, get stupid, don't stop it". Amei.

• Heart Beat: quando vi o título, na hora me remeteu à músicas de Kylie, que adora uma rima com "heart beating" e, pra minha surpresa esta faixa é realmente beeem Kylie. Sem dúvida uma das melhores pra pista, suuuper anos 70. Uma pena que o trechinho "see my booty get down like" que todo viado vai a-mar não se repete ao longo da música. Pharrell chamando titia de M-Dolla é uma graça, também. Gostei demais.

• Miles Away: muito chatinha. Madonna falando de amores impossíveis, distantes, platônicos, perdidos é the great cliche database, mas as letras nunca ficam tão evidentes de acordo com os efeitos da música. Na maioria das vezes a gente nem liga. O problema é quando isso se repete demais. Miles Away é muito parecida com Nothing Fails e I´m so Stupid, ambas de American Life e não tem absolutamente nada de novo. Essa eu passo.

• She´s Not Me: é a melhor música pra quem precisa de terapia por insegurança. É a música "eu sou mais eu" e é praticamente letra de auto-ajuda. Madonna fala de traição e tira a maior onda com a cara da Outra, falando "she’s not me, she’s not me, and she never will be" e não interessa se a tal é a mulher mais perfeita do universo. Tinha tudo pra ser uma faixa cansativa de melodia repetitiva, mas a letra divertida te segura até a melhor parte. Quando parece que a música tem um fim, ela ressurge com uma vibe Hung Up, apitos, palmas e vocais de Pharrell. Muito boa.

• Incredible: como diz o título é incrível como deixaram essa música sair. Achei cheque demais. Horrível. Chega a dar um nervosismo, uma vontade de quebrar tudo de tão chata. É inacreditável, também, que seja a música mais longa do álbum. Não precisava.

• Beat Goes On: a grande surpresa de Hard Candy. A música crua tinha vazado ainda no ano passado, há um tempão mesmo e a galera não tinha gostado. Na antiga letra, Madonna propunha "let's do something different, i'm tired of doing the same old thing" e graças ao prííííííííííííííííííncipe da paz ela realmente mudou a música e apresentou algo diferente. A versão oficial só tem o "on and on, on the beat goes" de igual e é um trilhão de vezes melhor que a anterior. A participação de Kanye West deixa a música mais foda ainda e merece ser o próximo clipe. Suuuuper anos 80 e é quase impossível não lembrar de Deeper and Deeper, quando Madge canta "i can’t keeeeeeeeeeep waiting for you". Uma das melhores. Loosho pooro.

• Dance 2 Night: sem dúvida a melhor música pra dançar acompanhado e fazer passinhos de Travolta. Ao contrário de 4 Minutes não é tão comercial, mas eu escolheria ela para ser o primeiro single e clipe da dupla Madonna e Justin, pois o envolvimento seria maior e foi onde o estilo de Timberlake ficou mais evidente. É muito fácil imaginar os dois dançando num cenário como o de "Rock Your Body". Os melhores 5 minutos de Hard Candy, com certeza.

• Spanish Lesson: eu conhecia os 30 segundos liberados semana passada e já tinha achado uó. Dizem que Madonna fala tudo o que sabe em espanhol nesta música, ou seja, não passa muito do "señoritxcháááááá". É ridícula e desnecessária. Apesar dos arranjos flamencos bem lembrados e divertidos, a batida se repete insistentemente, o que junto com a voz robótica de Madge se torna insuportável. O melhor da música são os minutos finais, onde os versos ficam parecendo de alguma música de Missy.

• Devil Wouldn´t Recognize You: é muito, mas muuuito boa mesmo. A música que Timbaland pegou e disse "essa vai ser foda". E foi. Faz lembrar bastante Cry Me a River, música do Justin que Timbaland também meteu o dedo, e se assemelha pelo clima pesadão, barulho de chuva e "ooohh, ooohh´s" masculinos e religiosos inseridos ali. É a faixa que já ganha pelo título. Falar que em determinados momentos nem o Diabo te reconheceria, definitivamente não é a parte mais doce de Hard Candy, mas é a mais inteligente. Arrisco dizer que é uma das melhores baladjéénhas da Madonna contemporânea. Devil wouldn´t recognize you, i do...ui!

• Voices: eu achava que ia gostar MUITO desta faixa, mas apesar da introdução instigar bastante, o fim não compensa. Quando vi Justin perguntando "who is the master, who is the slave?" logo nos primeiros segundos, achei que a pegada seria forte. Tiro nágua. Mas dá pra gostar com o tempo e tem uma batida forte que lembra Secret. A única surpresa é o final, que encerra Hard Candy no estilo ring the bell. Sinos, sinos e nada de tick tock.

Agora licença que vou ali no canto miacabar mais um pouco no adocica. Pra baixar o CD clica na imagem abaixo e escolhe o melhor link. Have fun! Beijas.

17 de Março de 2008

to-da-va-za-da

Quem tiver afim de conhecer mais uma música de Hard Candy, pode conferir Miles Away, novamente em parceria com Justino e TimbaMidas. Na verdade a música aparece como trilha de uma entrevista de Madge no Japão, então, ao fundo dos arigato gozaimasu douitashimashite shitsurei shimasu oyasuminasai, é possível escutar Madonna cantando. Até gostay, mas não achei nada diferente das músicas de Music e American Life, sinceramente.


Clica na foto e umidifica:


Créditos: Madonna OnLine.

16 de Março de 2008

worst covers evah

Então, achou as últimas capas de Madonna próprias para limpar o coo? Calma, Beth! O mundo não é tão triste e cinzento do jeito que você pensa, não, afinal sempre há coisas piores. E é justamente nestas côusas peóres que a gente deve se abraçar, quando acha que tudo tá uma merda. Por isso, trago aqui, alguns motivos que levarão vocês à pensarem que, sim, as capas de 4 Minutes e Hard Candy, são as melhores capas evah. Siliga:



Preta Gil, com o álbum Pret a Porter The Handsome Beats, com o álbum Beastiality e uma das capas mais nojentas e engraçadas ever. Na foto, dois porcos, sendo um humano, se abraçam junto à placa "não alimente os animais". Agora ficadúvida: quem é o animal?


• Este disco "Because they can" é de uma dupla muito famosa no cenário do rock underground, mas não se confundam com Susana Vieira e Donatella Versace, não. São os The Nelson Brothers, mostrando a temdemsya que inspirou a Cuca e suas seguidoras.


Heino, talvez você não lembre, mas ela apresentava o Aqui Agora, casou com o Eliakim Araújo, ficou rica, se mudou para Miami e virou artista plástica. Tsá, é mentchééra. Heino é uma beesha alemã que tem um olho no peixe e outro no gato e lançou este álbum lieblich, raffiniert e außerordentlich grotesk. Aposto que a Doris Cyborgiesse tava escutando Liebe Mutter ao se atirar do oitavo andar.


Joyce não recebeu nenhum centavo da gravadora para fazer a capa de seu álbum delycya. Para tanto, deprimida, ela ligou para dois amigos que foram extremamente fofos. Reginaldo Rossi compôs seu visual e Heino, a beesha alemã aí de cima, emprestou o cenário, mas liberou apenas uma de suas rosas para a queryda Tootsie.


• Para a capa da copilação Lesbian Concentrate: A Lesbianthology of songs and Poems, a produção pediu para Thammy Gretchen uma forcinha. Ela levou ao pé-da-letra e sacou uma vitamina da bolsa mochila.


Millie Jackson não conseguiu fazer a foto para a capa de Back to Shit em casa. Ela back to shit na casa do Pedrinho, mesmo.


Cody Matherson é o dono de uma das capas mais sexies do mundotodo. Todos elementos desta arte competem para que a beleza do astro seja cada vez mais evidente. O cabelo, o bigodjénho, a vibe Seu Madruga em Acapulco e o olhar 21,5...looshopooro. E ainda pergunta se pode pedir um sentimento emprestado? Pode tudo, gato, beijos, masnãomeliga.


• Com esta capa, ficadúvida: ter mais medo de Rick ou Geraldine?


• Talento DNAístico. A mãe de Amy Adega também está na lista.


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E para terminar, a seção Deus que me perdoe:



• Para quem já cagou no maiô depois de assistir The Goddess Bunny e seu palhacinho devasso, mas também é um tanto sádico e quer ver mais coisas do tipo, chegou a hora de correr para o ebay para tentar alguma cópia do álbum The Handless Organist, um verdadeiro milagre de Deus e um verdadeiro thriller, também.


• Sucesso no CARIBE. HAHAHA. Outro que não possue mãos é o Jeff. E o viado aí nem ia notar se eu não falasse, de tão gato que é o senhor da foto, néam? HAHAHA. Mas, pra compensar a falta, como sugere o título do álbum "Something Special", ele tem um gancho por ali, o que faz o viado aí sentir mais tesão, néam? HAHAHA. Johnny Depp que sicuide!



• E por fim, esta capa eu posso falar mal bragarái, afinal elas não vão ver. heh. Como todos podem notar, as meninas mesmo que escolheram suas roupas. heh. Tsá, e se vocês ainda não captaram a piadjénha, as meninas são cegas, ok? E eu já tenho vaga pra arder com o tinhoso, lá embaixo.


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Então, looking 4 this point of view,
Hard Candy is not the best coverever-ever-ever-ê-ê-ê?


adocica

Na real que odeio doce, odeio sorvete (exceto Häagen Dazs Strawberry Cheesecake, heh) e chocolate não faz minha cabeça. Na real, também não aguento mais ouvir músicas que fazem metáforas com o amontoado de sacarose, afinal de alguns anos pra cá, já ouvi Iggy Pop, Good Charlotte, 50 Cent, Mandy Moore, Pitty, Mel C, Mika, Kylie, Beto Barbosa (é claroamm) entre dezenas de outros que cantam suas Candy, Candy Shop, I Want Candy, Lollypop, Chocolate, Adocicameuamô e por aí vai. A última da vez é titia Madge, que também já teve sua Candy Perfurm Girl e agora aposta no álbum Hard Candy, que já falei aqui trocentas vezes.


Daí, negócio é que saiu a capa do CD que tem estréia prevista para final de abril e o resultado foi bem menor do que a gente esperava. Ou eu, pelo menos. Não é 2008 o ano em que comemora seus 50 anos de idade e 25 de carreira? Pô, daí o Diretor de Arte, meu brôw, Giovanni Bianco corre artás de uma foto de pirulito no stockimages, pega uma fonte de sistema usada para embalagem de leite condensado e dá o serviço como pronto? Parece o primeiro trabalho de estagiário, aprovado instantaneamente pelo cliente. Sim, porque cliente tem um mau-gosto do carái.


Eu só não digo que é uma bosta, afinal é Maddona e ela pode colocar um cocô na capa de seu álbum que vou comprar e até lamber. Além disso, o mérito maior fica por conta do fotógrafo Steven Klein, o cara maisquefoda que andou fazendo os melhores ensaios de Mad nos últimos tempos, como as imagens das copilações de Confessions e as últimas W, naquelas fotos magníficas com os cavalos. Figurinista de parachoques, também, pois acertou em cheio no estilo boxeadora vadge, com o cinturão e soqueira "M-dolla".


Amanhã, o single "4 Minutes" vai deixar todo mundo de quatro, afinal será oficialmente tocada nas rádios de todo mundo, matando a curiosidade sobre como realmente é a versão da música em parceria com Justino, produzida por TimbaMidas. Delíciammm, just can´t wait! E se você, viado, também tá na móexpec, dá uma clicadinha gostosa no reloginho adocidado aí embaixo, favorita o site que vai abrir (antes de mais nada) e fica bem loucadoedy escutando Maddoida e seus ticktackticktackticktackticktack hipnotizantes:


"Adocicameuamô, a minha vidaô."